sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Mibsan Alvarenga - Conhecendo a vontade de Deus

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Nem sempre a vontade de Deus será aquilo que a nossa vontade deseja. Nesse ponto muitos desistem de seguir a Deus, abandonam a fé, se desviam, amaldiçoam a Deus. O que fazer então? O que precisamos fazer nos momentos onde a vontade de Deus e contrária aquilo que desejamos, que achamos que deveria acontecer?
Os exemplos de Jesus e Paulo nos mostram tanto o problema quanto a solução a essas questões.A vontade de Deus sempre deve prevalecer sobre a nossa vontade; e isso de forma consciente, reverente, alegre. Veja a sequência da oração de Jesus e de Paulo:
Depois de compreender o seu próprio coração e a vontade de Deus, Jesus declara ao Pai: “Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres.” (Mt 26. 39).Devemos ser submissos à vontade do Pai quando ela é contrária à nossa vontade. Podemos sim orar como Jesus fez, mas devemos nutrir em nosso coração o sentimento de renúncia em prol da obediência aos desígnios de Deus. Isso não é ser resignado, mas ser submisso e cooperador dos propósitos de Deus. Foi o que Jesus fez!
Depois de conscientemente avaliar a resposta dada por Deus e o desejo de seu próprio coração, Paulo conclui: “De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo.” (2Co 12. 9).Renunciar à nossa própria vontade não é tarefa fácil, mas é tarefa fundamental. Salta aos olhos Paulo encarar a situação “de boa vontade”, ou seja, de forma alegre, sem ressentimentos, com compreensão. Paulo viu que submeter-se a Deus era abrir o coração para o aperfeiçoamento do poder de Cristo em sua vida.
Por mais difícil que seja, paremos de orar: seja feita a minha vontade; e oremos de fato e de verdade: Pai, seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu!

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